…Presente de aniversário: Ideias para escrever mais 2 livros!

Conversas de boteco no estilo cerveja entra palavras saem e lavar pratos são dois ambientes férteis para minha cabeça criar textos.

A ideia para o meu primeiro livro surgiu na pia da cozinha do meu apartamento em Campina Grande,  ainda estou escrevendo e esse  vai demorar de ficar pronto, minha síndrome de perfeccionismo só vai conclui-lo quando eu for conhecer Londres, local que a personagem principal mora. Para quem não conhece ainda, apresento: Agatha Bianucci.

Sábado foi meu aniversário, gente já tenho idade para usar Renew apesar da carinha de 15. De presente ganhei conversas altamente inteligentes que eu amei e o principal e melhor: ideias para escrever mais dois livros.

Depois conto a saga de um dos melhores aniversários que já tive, um pitch que por pouco não virou pití, uma tranca de banheiro, um jogo do Brasil amargador de cerveja, recorde em um único dia do número de vezes que  me chamaram de maluca(Estou pensando em procurar um psiquiatra já virou normal me chamarem de maluca. Prometo quando eu matar alguém procuro.)  ao ouvir algumas das minhas tantas histórias,  descobri que sou uma Jedi, o desvendador do algoritmo dos caça niqueis, #nerdpower,  conversas filosóficas perpendiculares, imendar para um festa com a cara altamente desgrenhada, chuva, Heineken, o bar dos meus sonhos, um monólogo (mil desculpas ao ouvido que aturou minhas histórias, no outro dia me toquei que eu praticamente falei e falei e falei, a cerveja as vezes se torna água de chocalho, fiquei pê da vida  pq sabia que ouviria histórias muito interessante, a pessoa tem uma boa bagagem, a cara de guri de ensino médio engana =p e eu tagarela fiz um monólogo e olha que não foi nem 1/5 das minhas histórias, ai que ódio nem contei uma das melhores, a do assalto a cavalo. Maciel, entre pessoas se faz diálogo.Você que aturou meu falatório mil desculpas, estou lhe devendo um diálogo que eu faço questão de pagar quando nos revermos, e se vc ver algum  indício que a cerveja já esta me transformando em um monólogo pode me dar uns coques e mandar eu calar boca)  cover de U2 exatamente no dia que completei 3 meses que fui, e para fechar no melhor estilo Maciel imprevisível: andar descalça na orla da Barra.

Com certeza entrará na lista de histórias que contarei aos meus netos.

Uma das histórias que contei depois de algumas cervejas, foi a de Nelson, porteiro :

Logo depois dos primeiros dias do curso de empreendedorismo  tecnológico como de costume fuçei na net para procurar livros, achei uma lista da Exame indicando alguns, prontamente fui no site da saraiva e comprei: A Cabeça de Steve Jobs, A arte do começo, Como nadar entre tubarões sem ser comido vivo e Blink: the power of thinking without thinking.

Dias depois fui ver o pedido e tinha que a remessa estava em rota para ser entregue, passeio dia em casa esperando chegar.

Quando deu 18:10, aperto o F5 e surge essa tela da imagem. Eu só não chamei seu Nelsonm, porteiro, de santo, mas o resto…

ONDE EU MORO NÃO TEM PORTEIRO!

Fui nos vizinhos saber se alguém conhecia algum Nelsonm, o único que existia aqui morreu a 10 anos.

Fiquei muito, muito, muito puta, se uma coisa que eu tenho ciumes são meus livros e minha coleção de filmes. Puta que pariu, carregaram meus livros, pra que porra alguém vai querer pegar livro dos outros, e um em inglês, era só pedir que eu emprestava. Liguei para saraiva, eles disseram que iam fazer um boletim de ocorrência e apurar o que tinha acontecido com meus livros.

Dias depois meus lindos livros chegaram, tinha sido um erro no código da internet.

Essa foi uma das histórias que surgiu entre uma cervejo e outra, eis que alguém da mesa diz: Nelsonm, porteiro, vira um grande empreendedor imobiliário depois de receber por acaso livros de uma menina desconhecida e  que mudaram sua visão de vida , procura-se quem é essa menina.

A partir desse momento surgiu mais um livro que vou escrever. Esse a história vai se passar aqui no Brasil, da pra terminar em um tempo previsto se minha agenda colaborar um pouco.

E se tem uma coisa que me deixa muito, muito, muito feliz é ideia para escrever, um dos meus melhores prazeres e paixões da minha vida  é escrever. Vocês não tem noção de como fiquei feliz com essa ideia.

Já comecei a escreve-lo, vos apresento o  inicio da incrível história de superação e sucesso de Nelsonm, porteiro:

Uma das paixões da vida de Ana Júlia desde pequena, ou melhor, desde menina, virou gente grande, mas continua pequena do tamanho de um tamburete, é o mundo das palavras, seus melhores amigos são os livros.

Guarda ainda vivamente na memória a imagem da primeira cartilha que a apresentou ao fantástico mundo do conhecimento. Cada página ensinava uma letra do alfabeto mediante uma linda figura de fazer brilhar os olhos de toda criança e um curto poema, aprendidas foneticamente como em ABC do Sertão, música do célebre Luiz Gonzaga: a, bê, cê, dê, é, fê, guê, agá, i, ji, lê, mê, nê, o, pê, quê, rê, cí, tê, u,vê, xis, zê.

Toda sexta a professora chamava na frente cada aspirante a gente grande para ler a lição para a turma. Era o dia mais esperado da semana por Ana Júlia.

Sua visão do que eram somente formas passou a ser coisas com significados, o a era a dona da palavra: amor, o que antes ela via o a e o como duas bolas, m como aquela coisa engraçada que o camelo tem nas costas que futuramente ela descobriu que o nome era corcovas, e o r era o troço esquisito que o capitão Gancho tem na mão. Descobriu que essa palavrinha apesar de pequena era incomensurável, pois ela significava o sentimento por seu painho e mainha:

Mainha o que eu sinto pela senhora se chama: amor.

A primeira frustração da sua vida foi ao conhecer a letra m dona da palavra melancia.

Vamos lá Ana Júlia, repita comigo: ME-LAN-CIA.

ME-LEN-CIA.

Não Ana Júlia, é LAN com A, não LEN. Vamos de novo: ME-LAN-CIA.

ME-LEN-CIA.

E o gosto do que era uma das suas frutas prediletas passou a ter outro sabor.

O que fazia seu coração bater mais forte e os olhinhos brilharem eram palavras grandes. A primeira delas foi quando aprendeu acentuação tônica e conheceu o significado de PRO-PA-RO-XÍ-TO-NA. Passou a semana repetindo para lá e para cá, sua mãe lhe mandava comprar o pão, lá ia Ana Júlia saltitante a sorrir e repetindo no caminho:

PRO-PA-RO-XÍ-TO-NA, PRO-PA-RO-XÍ-TO-NA, PRO-PA-RO-XÍ-TONA.

Ela queria que o mundo escutasse que tinha aprendido uma linda nova palavra e que estava muito feliz com isso.

A cada ano que passava surgiam novas e maiores palavras, na disciplina de ciências quando estudava o corpo humano a professora citou uma enorme: ES-TER-NO-CLI-DO-MAS-TÓI-DEO. Todo mundo da sala ficou mais interessado em contar as letras e fazer um trava língua do que prestar atenção enquanto a professora explicava que era o nome do músculo do pescoço.

Vocês vão gostar da linda  e incrível história de Nelsonm, porteiro, mais um dos verdadeiros heróis  brasileiros dignos de admiração, um empreendedor que com as ferramentas e conhecimentos certos se tornou grande exemplo de superação e sucesso.

Já tenho tudo na cabeça começo, meio e fim só falta achar tempo para escrever. Aguardem!

Ana Júlia vai ser a personagem dona dos livros.

Qualquer semelhança entre Ana Júlia e eu não é mera coincidência. Sim, a história da melencia  e da proparoxítona aconteceu comigo.

O nome dos personagens, tirando seu Nelsonm, será sugestão de amigos,  Ana Júlia foi sugestão de Cleia.

Os próximos personagens que irei nomear serão: a esposa e os 3 filhos de Nelsom.

Peraí, mas você disse  mais 2 livros, e o outro é sobre o que? Bem…esse vocês só saberão se eu chegar a publicar um dia.

…ao som de Muse!

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